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30.12.09

Medo e esperança

Hoje comprei flores para alegrar a minha casa. Estava a precisar e a verdade é que um espaço com flores tem logo outra graça, outra luz. Parece que estava a pressentir que ia precisar desta energia positiva. Recebi a notícia ao fim do dia, o meu avô B. não está nada bem e, por isso, a noite hoje é de oração e de aperto no coração. Às vezes parece que tudo nos acontece e é difícil conseguir adormecer com o medo da perda a bater à porta. Queria conseguir estar mais perto, em todos os sentidos, e poder aliviar estas dores. Peço a Deus que o faça.

Há pouco recebi a visita da minha amiga Ana, que me trouxe estes peixinhos. Estava a precisar de vida cá em casa e, como não posso ter um cão ou um gato, adorei a ideia dos peixinhos! Só mesmo a Ana para se lembrar de me fazer rir assim! Os peixinhos já têm nome: D. Quixote e Dulcineia. Não sei bem se são macho ou fêmea porque não sei distinguir o sexo nos peixes... :) Mas achei por bem ser um casal, até porque eles parecem muito agitados e andam sempre juntinhos!

Foi muito bom passar a noite a conversar sobre a vida. Tinha muitas saudades de uma conversa assim e fez-me bem matar saudades e receber e dar colinho. Dar e receber afecto é das melhores coisas da vida, mesmo que por vezes nos sintamos tão impotentes para conseguir dar um pouco mais de felicidade a quem precisa. Amiga, muita força para ti também e obrigada, por tudo! E Londres espera por nós!... :) Melhores dias virão, para todas nós, que vivemos entre o medo e a esperança.

28.12.09

Obrigada!...


Nos últimos dias tenho tido manifestações de carinho por muitas pessoas amigas a quem tenho que agradecer profundamente. Há fases tão tristes em que parece que por muito que tenhamos nada vale a pena, mas posso dar graças a Deus por ter amigos que se preocupam e me têm envolvido em ternura, sobretudo nestes dias mais especiais. Ontem recebi miminhos com grande significado afectivo, que vou guardar com muito amor: a foto da Lia (a princesa morenaça mais linda do mundo!), a mantinha para me embrulhar nas noites mais frias, o gel de cacau e de côco para me perfumar, os telefonemas, os abraços quentinhos... Tenho-me lamentado muito, eu sei, acho que está na hora de começar a agradecer mais e a retribuir. Prometo tentar estar mais atenta, a todos, e dar-vos mais, sobretudo sorrisos! Como costuma dizer uma querida amiga que me deu a mão na noite e no dia de Natal, flores e beijos! E um abraço com muita ternura! Obrigada!...

5.11.09

Cheirinho bom

Um miminho a meio do dia: rosas apanhadas do jardim pela E. Ainda tinham gotas de chuva e é pena ainda não poderem sentir o cheiro através do computador: é absolutamente divinal! Aquele cheiro a rosa verdadeira, e este é daquele mesmo intenso! Adoro e tinha saudades de sentir uma coisa tão boa! Obrigada, querida E., pelo carinho! Vou ficar estragada com tanto mimo!... Apeteceu-me deixar um poema sobre...

...AS ROSAS

Rosas que desabrochais,
Como os primeiros amores,
Aos suaves resplendores
Matinais;

Em vão ostentais, em vão,
A vossa graça suprema;
De pouco vale; é o diadema
Da ilusão.

Em vão encheis de aroma o ar da tarde;
Em vão abris o seio úmido e fresco
Do sol nascente aos beijos amorosos;
Em vão ornais a fronte à meiga virgem;
Em vão, como penhor de puro afeto,
Como um elo das almas,
Passais do seio amante ao seio amante;
Lá bate a hora infausta
Em que é força morrer; as folhas lindas
Perdem o viço da manhã primeira,
As graças e o perfume.
Rosas que sois então? – Restos perdidos,
Folhas mortas que o tempo esquece, e espalha
Brisa do inverno ou mão indiferente.

Tal é o vosso destino,
Ó filhas da natureza;
Em que vos pese à beleza,
Pereceis;
Mas, não... Se a mão de um poeta
Vos cultiva agora, ó rosas,
Mais vivas, mais jubilosas,
Floresceis.


Machado de Assis, in "Crisálidas"

8.10.09

Hoje...


...penso, simplesmente, em como ao longo da vida os laços se vão quebrando. É nos momentos mais tristes, mais difíceis que percebemos como os laços são resistentes ou frágeis. E se estamos tristes, é ainda mais triste perceber como as pessoas se afastam nestes momentos. Quando estamos felizes, radiosos, temos uma aura à nossa volta que atrai as pessoas. Todos querem estar perto de quem está bem. Poucos fazem questão de estar perto de quem não está. Hoje, um amigo dizia-me que é importante "ver o copo meio cheio". É verdade. Apesar da tristeza, da mágoa e da desilusão, dar graças a Deus pelo que temos, mesmo que nos pareça muito menos do que pensávamos que tínhamos e do que desejávamos ter. Recordar os amigos que, mesmo longe, fazem sempre questão de nos mimar. Retribuir o olhar, os gestos, as palavras de ternura de quem diariamente se esforça por nos fazer sorrir. Hoje, penso nas pessoas que têm estado sempre, sempre, presentes. Nos bons, nos maus, em todos os momentos. Hoje, o meu pensamento, a minha amizade e a minha gratidão vão para vocês.

13.9.09

À procura...


Só a Mafalda!...
Obrigada pela imagem L.E.!

26.8.09

Voar




Uma história de amor e esperança para as "Estrelinhas" mais novas que todos os dias abrem este baú... Para que nunca, mas nunca deixem de sonhar!...


Era uma vez uma gaivota que se chamava Alice. Tinha umas asas enormes, cobertas de penas brancas e luzidias, que irradiavam um brilho intenso quando o sol as beijava, de mansinho, ao amanhecer. A gaivota Alice adorava voar. Ficava horas e horas a voar, a planar, a fazer voos rasantes que irritavam as pessoas que nadavam tranquilamente. Mas o que Alice mais gostava de fazer era voar mais alto que todas as outras gaivotas. Voar onde ninguém mais conseguia chegar. E ficar a ver o mundo lá de cima, onde tudo era tão pequenino que parecia da família das formigas. O que a gaivota Alice mais gostava nestes voos era estar sozinha, longe das outras gaivotas barulhentas, e poder ouvir o silêncio do céu, no meio das nuvens. Era um silêncio que não havia em mais parte nenhuma por onde voasse. Era profundo e ao mesmo tempo leve. Mas não pensem que era um silêncio, silêncio. Não, não! Era um silêncio com música. A música das nuvens a deslizar pelo céu, a música das gotinhas de chuva quando estava mau tempo, a música das suas asas a cortar o ar… Era um silêncio mágico, que só ela conhecia.
Um dia, a gaivota-macho Frederico observou com calma aquele voo arriscado, muito acima de todas as gaivotas do bando, que mantinham a altura ideal para poderem estar juntas e ir conversando sobre a sua vida, ao mesmo tempo que deitavam o olho aos cardumes de sardinha que iam passeando no mar. Nesse dia, Frederico sentia-se estranho, um pouco adoentado talvez, e deixou-se ficar na praia, sozinho. No mais alto dos céus, Alice voava, indiferente ao bando. De pálpebras cerradas, voava, voava, fazendo piruetas e sentindo o ar frio a abanar as suas belas penas. Frederico não compreendia como era possível uma gaivota aparentemente tão frágil voar tão alto e arriscar tanto, ficando sozinha no meio do céu e dos seus perigos. Assim que Alice terminou um dos voos rasantes e poisou as patas na areia, Frederico aproximou-se e perguntou, intrigado:
- Alice, porque voas tão alto, longe de todos nós?
Alice compôs as suas penas, sorriu e respondeu com tranquilidade:
- Porque lá em cima há coisas maravilhosas que não encontro cá em baixo. Se soubesses, Frederico, como é belo o mundo visto de tão alto! E o silêncio… Ah, o silêncio do alto dos céus é a coisa mais fantástica que existe!
Frederico continuava, curioso:
- Mas como és capaz de voar assim tão alto?
- É fácil. Basta querer, gostar, desejar. Depois fechas os olhos, concentras-te e passas a barreira que as gaivotas mais velhas dizem que é impossível passar. Depois disso, é só abrir as asas o mais possível e desfrutar!
- Levas-me lá? – perguntou Frederico.
- Claro que sim! – respondeu Alice, entusiasmada por poder partilhar o seu céu com o amigo.
E lá foram os dois, cúmplices da aventura. Ao chegarem perto da barreira, Alice deu a asa a Frederico e disse-lhe:
- Tu consegues! Fecha os olhos, respira fundo e…
Nesta altura os dois amigos passaram a barreira e Frederico sentiu-se como nunca havia sentido. Ao contrário do que diziam, o ar lá em cima era muito mais puro. E o corpo parecia mais leve, como se flutuasse. Frederico sentiu uma felicidade desconhecida invadir-lhe todas as penas, desde a ponta das asas até à cabeça. Quando olhou para o lado, Alice voava, serena e feliz, de olhos fechados. As suas penas tinham um brilho único, perfeito, como só ali podia haver. Frederico sentiu que o mundo lá em cima era tão bonito que não mais queria descer. Alice aproximou-se e disse a Frederico:
- Queres ouvir a música das nuvens a deslizarem no céu? É o silêncio mais bonito que existe! - e, dando a asa a Frederico, voou ainda mais alto para junto da estrada das nuvens. Aí, ficaram os dois a planar, em silêncio e de asas dadas, durante muito tempo.
Era quase noite quando regressaram à praia. Sentaram-se os dois na areia molhada, longe do bando, e ficaram a conversar até o sol começar a nascer no horizonte. Não tinham sono, nem fome, nem cansaço, porque aquele voo juntos, no alto do céu, deu-lhes uma força que não entenderam. Só sentiram que a vontade de voar começava novamente a nascer com o sol da manhã. E assim, aproveitando os primeiros raios da estrela maior, voltaram, asa com asa, a voar no mais alto dos céus, desafiando todas as regras de vida das gaivotas…

20.8.09

Ser diferente



Dedico este vídeo à Joana Costa e à Cláudia, amigas sempre presentes, apesar de eu ser tão diferente do convencional!... Não há palavras para descrever o que têm feito por mim, sobretudo nos últimos tempos. Obrigada!

26.5.09

Gestos


"É como a fénix, vai abaixo, mas renasce das cinzas."


Às vezes há pequenos gestos, como o envio de uma imagem ternurenta e simbólica, ou palavras aparentemente simples e sinceras que fazem a diferença no nosso dia e nos fazem sentir um aconchego especial. E sabe bem, muito bem!
Obrigada minha querida amiga!

11.5.09

Violeta

Adoro violetas!
Para muitas pessoas são consideradas o símbolo do amor,
talvez por isso sejam tão especiais.

22.3.09

Esperança!

9.3.09

À mulher mais especial

Neste dia, que se chama "da mulher", penso em ti. Sei que foi um dia igual a todos os outros, um dia triste, vazio, que tentaste preencher com o máximo de coisas que conseguiste, embora ao Domingo seja mais difícil. Olho para ti mais uma vez, falas e eu apenas me fixo no teu olhar. Será que vês o que eu tenho no meu? Será que vês as lágrimas que contenho para não te fazer sofrer ainda mais? Será que sabes como me apetece abraçar-te e chorar no teu colo?... O teu olhar perdeu o brilho que sempre lhe conheci. Os teus olhos azuis acinzentados, outrora vibrantes e curiosos, estão agora mais baços, vazios. Sempre me fascinei pelos teus olhos, são tão bonitos avó! Nunca conheci nenhuns como os teus e, sinceramente, acho que sempre tive uma pequena tristeza por não ter saído a ti também nesse aspecto. Acho que Deus quis que apenas existissem no mundo uns olhos assim.
Lembro-me de ir a tua casa à noite e de me dizeres sempre, ao despedires-te: "uma noite feliz!", com aquele sorriso que eu amava ouvir já sem te ver, quando caminhava no escuro. Nunca mais voltaste a repetir o mesmo, penso que é porque nunca te voltaria a responder: "para vocês também!"... Ou então porque um dia, distraída, te responderia e ambas choraríamos, porque é impossível voltares a ter uma "noite feliz", como as que tinhas.
Tens na tua cabeça uma agenda controlada ao segundo. Levantas-te sempre às 7h, embora não precises de o fazer. Dizes que não podes estar na cama. Eu sei. A cama, vazia, sem o teu amor de toda a vida. Eu sei avó. Levanta-te, fazes bem! Semeias batatas, cebolas, favas, ervilhas, enfim, tudo e mais alguma coisa, que ninguém comerá porque tudo é em excesso, mas tens que fazer, não podes estar parada, tens a semana toda organizada, dias destinados para isto ou para aquilo, com planos B para o caso de o estado do tempo não o permitir. Tudo são apenas pretextos para não estares parada, para tentares fugir dos pensamentos, das lembranças, das histórias. Mas eu sei, avó, que choras à noite, quando ninguém te vê. Eu sei porque faço como tu. Neste dia quero-te dizer que, para mim, és a mulher mais impressionante que alguma vez conheci. És forte, sólida, tens sempre solução para tudo, estás sempre bem, mas no entanto és tão doce, tão meiga, tão frágil!... Estou aqui sempre para cuidar de ti, como tu cuidas sempre de mim. Hoje quero-te dizer que és a minha mulher mais especial!

8.3.09

Mulher




A todas as mulheres que nem sempre têm quem lhes diga como são bonitas e especiais! Que haja pelo menos um dia em que o recordem e o sintam verdadeiramente...



A Mulher Mais Bonita do Mundo

estás tão bonita hoje. quando digo que nasceram
flores novas na terra do jardim, quero dizer
que estás bonita.

entro na casa, entro no quarto, abro o armário,
abro uma gaveta, abro uma caixa onde está o teu fio
de ouro.

entre os dedos, seguro o teu fino fio de ouro, como
se tocasse a pele do teu pescoço.

há o céu, a casa, o quarto, e tu estás dentro de mim.

estás tão bonita hoje.

os teus cabelos, a testa, os olhos, o nariz, os lábios.

estás dentro de algo que está dentro de todas as
coisas, a minha voz nomeia-te para descrever
a beleza.

os teus cabelos, a testa, os olhos, o nariz, os lábios.

de encontro ao silêncio, dentro do mundo,
estás tão bonita é aquilo que quero dizer.


José Luís Peixoto

13.2.09

Visitas

O "meu baú" ultrapassou recentemente as 1000 visitas. Um número simples, pequeno, dirão uns alguns, que isto da blogosfera é um mundo infindável. É verdade. Mas para mim, cada uma destas visitas é um verdadeiro tesouro. É como se tivesse recebido na minha própria casa cada uma destas pessoas, e quando recebemos visitas temos que as tratar com todo o respeito e carinho. Por isso mesmo, muito, muito obrigada pela vossa presença, sempre, constante. É muito bom saber que alguém partilha connosco momentos tão especiais.
Um beijo muito especial a todos!

29.1.09

Escrever


Hoje recebi um e-mail que me emocionou. Esta resposta é para si, F., que me acompanha diariamente através deste baú.
Escreva, escreva muito, mesmo que seja só para si! Escrever ajuda-nos a dar vida a sentimentos e emoções, o que muitas vezes nos leva a reorganizar ideias e a reencontrar connosco próprios. Foi algo que me ajudou numa fase menos boa da minha vida, durante a adolescência, e que agora me está a ajudar novamente. Quando peguei já não na caneta, mas no teclado, pensei, senti que já não sabia, já não conseguia escrever. Aos poucos, as minhas emoções foram sentindo uma vontade cada vez maior de voar e as palavras ganharam liberdade. Todos podem e sabem escrever, basta deixar o coração falar.
Por isso, F., escreva, escreva muito! E acredite que fico muito orgulhosa e emocionada por saber que está a escrever um livro, o seu livro, inspirada no que este meu humilde baú lhe despertou. Escrevo por mim, mas cada vez mais porque sei e sinto que há pessoas a precisar de uma inspiração para a sua vida. E às vezes, tantas vezes, a inspiração pode ser tão só: faz, acredita que és capaz, força, eu estou aqui contigo! Por isso lhe digo, F., escreva, escreva muito, mesmo que guarde as suas palavras no fundo de uma gaveta, mesmo que só daqui a muitos anos alguém as descubra, já amarelecidas pelo pó. Mesmo assim, alguém saberá quem foi, o que pensou, o que viveu, e só por isso já vale a pena escrever!... E, se algum dia, decidir tornar públicas as suas palavras, eu cá estarei, fã número um, para a apoiar e a ler!
Um grande beijo, com muita admiração.

17.1.09

Obrigada...

Se este é um espaço de afectos, a gratidão também tem que fazer parte dele. Tenho-me surpreendido com as pessoas que, através deste espaço, me têm transmitido tanta amizade, apoio e carinho! Sei que algumas me lêem em silêncio, outras vão colocando os seus comentários, outras ainda me enviam e-mails ou mensagens para que não me sinta sozinha, outras estão diariamente comigo e dão-me colinho a toda a hora... Como posso sentir-me sozinha com todas as manifestações de amor que tenho tido? Não posso deixar de agradecer a vossa generosidade e tudo aquilo que me têm transmitido ao longo deste tempo. As tempestades que vamos vivendo enfrentam-se com outra força quando somos tão amados! Obrigada por tudo, a cada um de vocês, que sabem quem são! :)


14.12.08

Para as minhas "super-mulheres"

Ao longo da minha vida, tenho tido a sorte e a felicidade de conhecer mulheres fantásticas, dignas de todos os prémios que existem e dos que se possam vir a criar. Tenho-as conhecido em diversos contextos: na escola (professoras inesquecíveis e marcantes), no trabalho (sobretudo as que tenho acompanhado ao longo do meu trabalho como profissional RVC) e na vida pessoal (familiares e amigas). Todas têm em comum algo que admiro e a que aspiro: a força de viver e de superar momentos difíceis, bem como serem capazes de conciliar esses momentos difíceis com o trabalho e o apoio à família, passando muitas vezes por cima daquilo que é o seu próprio bem-estar. Duas dessas mulheres são a minha mãe a minha avó, a minha Estrelinha. São duas das pessoas mais importantes da minha vida e dois grandes exemplos de força, coragem, amor e dedicação à família, são "super-mulheres" a quem dedico todo o meu amor e admiração com esta simples homenagem.

8.12.08

Não desistam...

Porque todos somos amados... mesmo quando às vezes parece que estamos sós ou que ninguém nos compreende, há sempre alguém que está lá por nós, que nos dá a força de que precisamos e que nos faz perceber que não podemos desistir dos nossos sonhos e de viver com a maior intensidade possível!...
Um miminho para os que sabem que são amados e para aqueles que às vezes se esquecem... :)

9.11.08

Momentos inesquecíveis

Quando estamos mais tristes, mais frágeis, a precisar de um colinho, são os amigos que nos amparam e nos dão aquela força que não percebemos de onde vem. Ontem vivi alguns desses momentos, que nunca esquecerei. Os abraços apertados, cheiinhos de amor e carinho, os sorrisos rasgados e as gargalhadas sentidas, as lágrimas de emoção, os olhares cúmplices, as mãos que se entrelaçavam e apertavam transmitindo força e coragem... Obrigada minhas queridas amigas, por fazerem de uma noite que começou triste uma noite inesquecível e muito divertida! Adorei todos os momentos, todos os miminhos, foi tudo perfeito! Estarei sempre com vocês, nos bons e nos maus momentos, como vocês têm estado por mim!